A história de Domitila de Castro Canto e Melo, a Marquesa de Santos, a mais famosa das amantes de D. Pedro I, imperador do Brasil. Paralelamente, mostra a história do Brasil na época de sua Independência, as amantes de D. Pedro, seu comportamento violento com as esposas e as tramas dos bastidores do império. Destaque para Edwin Luisi no papel do Comendador Francisco Gomes da Silva, o Chalaça, o amigo e servo mais próximo de D. Pedro I e Bibi Ferreira como a rainha Carlota Joaquina.

Elenco
- Maitê Proença - Domitila de Castro Canto e Mello (Marquesa de Santos)
- Gracindo Júnior - D. Pedro I
- Edwin Luisi - Francisco Gomes (Chalaça)
- Maria Padilha - Imperatriz Leopoldina
- Leonardo Villar - José Bonifácio de Andrada e Silva
- Beth Goulart - Benedita
- Sérgio Britto - Coronel João de Castro Canto e Mello (Visconde de Castro)
- Thaís Portinho - Bárbara Heliodora
- Dênis Derkian - Jean-Pierre Saisset
- Roberto Pirillo - Augusto Steinhaussem
- Sônia Clara - Condessa Ana Steinhaussem
- Fernando Eiras - Milton
- Tessy Callado - Clémence Saisset
- Jacqueline Laurence - Baronesa de Goytacazes
- Serafim Gonzalez - Marquês de Barbacena
- Luís de Lima - Visconde de Paranaguá
- Buza Ferraz - Terêncio
- Joséphine Hélene - Léa
- Maria Alves - Cotinha
- Paulo Pinheiro - Bispo José Caetano
- Carlos Gregório - Ronald
- David Pinheiro - Capitão Justino
- Fábio Junqueira - Lacombe
- Foi a primeira produção milionária de teledramaturgia da emissora, e foi reprisada pelo menos cinco vezes, tendo sido lançada em vídeo em 1988.
- Mostrou fatos polêmicos, como o filho bastardo de D. Pedro, Augusto, e um D. Pedro atordoado pelas lembranças da mãe lhe insinuando que não seria filho de D. João.
- Destaque para a magistral participação de Bibi Ferreira em dois capítulos como a rainha Carlota Joaquina, como lembra o diretor Ary Coslov: "Bibi participou de dois capítulos como Dona Carlota Joaquina, uma excelente criação. O Wilson escreveu umas quatro cenas para ela, uma delas - Carlota “paquerando” uns escravos negros do palácio - foi mutilada pela censura, uma pena, porque Bibi dava um show. É um dos orgulhos que tenho na minha carreira de diretor de televisão: sou dos poucos - pouquíssimos - que pode dizer: eu dirigi Bibi Ferreira! É mais que uma honra, foi uma aula de profissionalismo, dedicação e criatividade".
- Faz parte do acervo comprado pelo SBT, com grandes chances de ser reprisada, como aconteceu em Dona Beija, Pantanal e Xica da Silva.
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